Campanha de conscientização
Agosto Lilás
Mês de conscientização sobre a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher, no ano em que a Lei Maria da Penha completa vinte anos.
O Agosto Lilás é a campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Promove o respeito, a igualdade de direitos e a cultura de paz, e incentiva o diálogo sobre os diferentes tipos de violência — o que contribui para a formação humana e cidadã.
Por que agosto
O mês foi escolhido em referência à sanção da Lei Maria da Penha, a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, que criou mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Em 7 de agosto de 2026 a lei completa vinte anos.
O compromisso da AFMB
A Associação Franciscana Maristella do Brasil reafirma seu compromisso com a promoção da dignidade da pessoa humana e com o enfrentamento de todas as formas de violência. A campanha é conscientização e prevenção: incentivo ao diálogo, ao acolhimento e à denúncia.
Inspirados pelos valores franciscanos, reafirmamos o cuidado, o respeito e a promoção da dignidade de todas as mulheres. Neste Agosto Lilás, sejamos instrumentos de paz, acolhimento e esperança.
Os tipos de violência contra a mulher
- Física
- Qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal da mulher.
- Psicológica
- Qualquer conduta que lhe cause dano emocional, como ameaça, humilhação, isolamento ou vigilância constante.
- Moral
- Comentários ofensivos, acusações falsas e humilhação pública que atinjam a honra e a reputação da mulher.
- Patrimonial
- Retenção, subtração ou destruição de objetos, documentos, bens e recursos econômicos da mulher.
- Sexual
- Atos que constranjam a mulher a presenciar, manter ou participar de relação sexual sem o seu consentimento.
- Vicária
- Violência praticada contra filhos, familiares ou pessoas próximas com o propósito de atingir a mulher.
As cinco primeiras formas estão definidas no artigo 7º da Lei nº 11.340/2006. A violência vicária consta da cartilha da campanha. Ver a campanha nacional
Toda forma de violência fere a dignidade humana. Educar para o respeito é construir uma sociedade mais justa, fraterna e segura para todos.
Conteúdo preparado pelo Serviço Social da AFMB — Maria Clara Figuerêdo.